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Estratégia de marca para quem já tem um negócio de pé
É desse motivo que eu cuido.
Eu trabalho com negócio que já vende, já tem nome na cidade e mesmo assim vive tendo que explicar o preço. Junto com você, eu decido o que a sua marca diz, para te escolherem mesmo você cobrando mais.
A cena
Pode ter sido uma proposta que você mandou e ficou olhando para o celular, esperando o “fechou”. Ou o cliente que pegou o seu produto, virou para ver o preço do vizinho e devolveu o seu na prateleira. Muda o negócio, mas a cena é a mesma.
Aí veio o “vou pensar”. Depois, silêncio. E no fim a pessoa fechou com outro, às vezes até mais caro que você.
Você respirou fundo e achou uma explicação: o mercado só quer preço, o cliente não valoriza. Guardou na gaveta do “não deu” e foi resolver o resto do dia, que já tinha problema demais.
Só que não foi o preço.
O cliente decidiu antes. Foi no segundo em que ele olhou para o que você faz e não conseguiu dizer, nem para ele mesmo, por que você e não qualquer outro.
Sem esse motivo, sobrou o preço. E não é porque ele é mesquinho. É que o preço foi a única régua que você deixou na mão dele.
O que está por trás disso
Você já tem uma marca, agora mesmo, mesmo que nunca tenha contratado ninguém nem escolhido uma cor. Marca não é o logo. É o lugar que você ocupa na cabeça de quem vai comprar, antes de comparar e antes de perguntar o preço.
Esse lugar já tem dono. A pergunta é quem escreveu o que está escrito lá.
Quando não é você, é o acaso: o post feito na pressa, o jeito improvisado de explicar o que você faz, a foto que estava na mão na hora. Cada pedaço solto conta uma historinha, e o cliente junta os cacos do jeito dele, quase nunca do jeito que você queria.
E tem um estrago que quase ninguém vê. Mensagem vaga não só deixa de atrair quem você quer: ela chama justamente o caçador de desconto, e afasta quem pagaria pelo seu valor sem essa pessoa nem perceber que era com você que devia falar., e afasta quem pagaria pelo seu valor sem nem perceber que era com você que devia falar.
Não é o mercado.
Foi a sua marca que filtrou.
A ordem que quase todo mundo inverte
É como você aparece hoje.
O anúncio que está rodando, o post da semana. É a parte que vem com nota fiscal: o social media, o tráfego, o site novo.
É por que te escolhem cobrando mais.
Sem isso claro, pagar para aparecer para mais gente não vende mais. Só faz mais gente ver uma mensagem confusa.
Dá para postar todo dia durante um ano e continuar sendo “mais um” na cabeça do cliente. Aparecer muito não é o mesmo que ser lembrado por alguma coisa.
Agência, social media, gestor de tráfego, designer: cada um faz bem a sua parte, e nenhum deles pode decidir o que a sua marca diz. Ou alguém entrega isso escrito, ou eles preenchem no improviso, com o seu dinheiro. Por isso eu entro antes.
O método

Eu não crio marca do zero. A sua já existe, tem história e tem reputação, só que até hoje quem escreveu foi o tempo e o boca a boca. O método é o jeito de você pegar essa caneta de volta, uma letra de cada vez.
Quando a marca aponta para um lado e o negócio para o outro, todo esforço de imagem vira dinheiro perdido. Aqui a marca se amarra no que faz o seu negócio crescer.
O que o seu cliente consegue por causa do seu trabalho? Não o que você faz: o que ele consegue.
Falar com todo mundo é falar com ninguém, e sai caro em anúncio que não converte. Aqui você decide para quem a marca existe, e para quem ela não existe.
Quem é o cliente que você menos quer e que mais aparece? E o que, na sua comunicação, está chamando ele?
Sem um lugar claro na cabeça de quem decide, o cliente decide pelo preço. Reputação é o que falam de você quando você não está na sala.
Complete a frase que o seu cliente usa para te indicar: “ah, fulano? É quem ___.”
Marca sem história vira mercadoria: fácil de comparar, fácil de trocar. As escolhas que só você fez são justamente o que o concorrente não consegue copiar.
Qual foi a decisão difícil que você tomou e que o seu concorrente não teria coragem de tomar?
Quando a marca fala e aparece de qualquer jeito, é esquecida no dia seguinte. Linguagem é ser reconhecido de longe, pelo jeito de falar e de aparecer.
Pegue o seu último post e risque tudo que um concorrente também poderia ter escrito. O que sobrou é a sua marca falando.
O jeito mais rápido de ver onde a sua marca está perdendo dinheiro hoje, e por onde começar a mudar isso.
Da primeira à última letra: a marca decidida, escrita e colocada em prática, do posicionamento ao jeito de falar e aparecer. E eu não sumo depois da entrega. São dois meses acompanhando de perto, com encontros a cada quinze dias, ajustando conforme o mercado responde.
Campanhas
Antes de montar o método, passei anos dentro de campanhas de marcas grandes, participando da estratégia e da criação. O que está aqui é um recorte desse trabalho. Por questão de contrato, não posso mostrar tudo em público, e o material completo fica para uma conversa reservada.
Identidades visuais completas, sob reunião privada
NASA, Artemis II





AB InBev, Peru






Quem faz
São mais de quinze anos entre design, campanha e estratégia, passando pela V4 Company, com clientes no Brasil, na América do Sul, na Europa e nos Estados Unidos.
Hoje eu pego um negócio de cada vez, e fico até a decisão de marca estar de pé.
A ordem certa
Não é reunião de venda e não tem apresentação. Você escolhe como prefere começar.
São quatro perguntas rápidas sobre o seu negócio do jeito que ele está hoje. No fim você recebe uma leitura sincera do que a sua marca virou para quem compra.
Começar → Trinta minutos, comigoTrinta minutos para eu entender o que a sua marca anda decidindo no seu lugar e te falar o que eu enxergo. Se fizer sentido seguir, a gente segue.
Chamar no WhatsApp ↗Respondo pelo WhatsApp no mesmo dia.